Matheus Dalmazzo

//Matheus Dalmazzo
Matheus Dalmazzo2017-12-03T17:15:56+00:00

Project Description

Matheus Dalmazzo

[cinestudio_rs redes=”facebook,twitter”]Já ouviu falar de fotografia Urbex? O termo vem da abreviação da expressão em inglês urban exploration, que em português significa exploração urbana. Fotograficamente é uma expressão associada a imagens de lugares abandonados, esquecidos e não necessariamente urbanos. Matheus é um mestre em Urbex, talvez um dos melhores do Brasil nesse segmento. Uma coisa que todo fotógrafo busca na sua caminhada é uma identidade própria reconhecível, ou seja, um estilo que só de “bater o olho” na fotografia faz o expectador relacionar imediatamente a obra ao autor. Dalmazzo já tem isso desde o início, o que o faz um fotógrafo diferenciado. Vale a pena conferir o seu trabalho e a sua história!

[cinestudio_entrevista tipo=”pergunta” iniciais=”CineStudio” width=”160″]Sua história com a fotografia, como e quando começou?[/cinestudio_entrevista][cinestudio_entrevista tipo=”resposta” iniciais=”Matheus Dalmazzo” width=”270″]Começou em 98 com uma câmera analógica que meu pai comprou. Era uma Canon EOS-100 com uma teleobjetiva Sigma 70-300mm, mas tudo no automático, ainda mais que meu pai “botava pressão”, dizendo que poderia desconfigurar a câmera. Essa foi minha maior experiência com uma analógica. Logo veio a era digital e meu pai trocou a Canon por uma Sony H1, que tinha algumas funções manuais e um zoom satisfatório para a época. Foi dela que saíram minhas primeiras longas. Depois de alguns anos, a H1 estava bem ultrapassada e já era hora de tentar algo maior. Foi quando acabei comprando a Nikon D60, em 2009. A partir de então o negócio ficou muito mais interessante! Comecei a explorar mais as funções que ela oferecia e programas para tratamento de imagens. Acabei me apegando ao CameraRAW da Adobe, que é uma ferramenta um tanto útil para tratar. Logo, a busca por informações e técnicas novas me motivaram muito. Grupos como CineStudio, Desafio 10+ e alguns outros pelo Facebook me ajudaram a crescer. [/cinestudio_entrevista]

[cinestudio_entrevista tipo=”pergunta” iniciais=”CS” width=”60″]Lá no início, você já conhecia esse conceito (URBEX) ou fotografava por puro instinto? [/cinestudio_entrevista][cinestudio_entrevista tipo=”resposta” iniciais=”MD” width=”60″]Por nome não, mas já admirava trabalhos de outros fotógrafos com esse estilo. Acredito também que tenha sido através de filmes apocalíticos.[/cinestudio_entrevista]

[cinestudio_entrevista tipo=”pergunta” iniciais=”CS” width=”60″]Você é dono de uma característica visual única e muito peculiar, com cores desaturadas, puxando para o marrom. O ambiente das ruínas te levou a essa escolha plástica ou existe algum outro motivo?[/cinestudio_entrevista][cinestudio_entrevista tipo=”resposta” iniciais=”MD” width=”60″]Acho que cada tipo de composição pede um tipo de cor ou tonalidade. É engraçado, até tento sair do que costumo fazer, mas acabo caindo nos mesmos padrões.[/cinestudio_entrevista]

[cinestudio_entrevista tipo=”pergunta” iniciais=”CS” width=”60″]Seja honesto, como você consegue encontrar esses lugares tão espetaculares? Pode falar ou é segredo?[/cinestudio_entrevista][cinestudio_entrevista tipo=”resposta” iniciais=”MD” width=”60″](hehehe) Como hoje em dia todo mundo tem uma câmera, qualquer lugar que chame um pouco de atenção pede para ser fotografado. Muita gente posta em algum site com alguma referência. Então o grande segredo está no Google Maps. É lá que acho boa partes dos URBEX. Acho uma excelente ferramenta de busca.[/cinestudio_entrevista]

[cinestudio_entrevista tipo=”pergunta” iniciais=”CS” width=”60″]Quem são suas referências artísticas?[/cinestudio_entrevista][cinestudio_entrevista tipo=”resposta” iniciais=”MD” width=”60″]Gosto bastante do trabalho do Aurélien Villette e do David Keochkerian. [/cinestudio_entrevista]

[cinestudio_entrevista tipo=”pergunta” iniciais=”CS” width=”60″]Sabemos que hoje você usa uma Nikon D7000, mas que durante muito tempo fez trabalhos incríveis com um modelo bem mais limitado, a D60. Você acha que a pós-produção ajuda a conseguir melhorar a qualidade das imagens?[/cinestudio_entrevista][cinestudio_entrevista tipo=”resposta” iniciais=”MD” width=”60″]Melhora muito! Acredito que é impossível conseguir ótimos resultados sem tratar. Já vi excelentes trabalhos com câmera bem inferiores. No YouTube existem muitos tutoriais interessantes para enriquecer o conhecimento sobre tratamentos. Não vivo sem. Toda foto passa por um processo.[/cinestudio_entrevista]

[cinestudio_entrevista tipo=”pergunta” iniciais=”CS” width=”60″]Você vive de fotografia? Se não, pretende?[/cinestudio_entrevista][cinestudio_entrevista tipo=”resposta” iniciais=”MD” width=”60″]Por enquanto fotografia não passa de um hobby, mas seria bom demais poder conseguir recursos para investir em equipamentos e crescer.[/cinestudio_entrevista]

[cinestudio_entrevista tipo=”pergunta” iniciais=”CS” width=”60″]Por fim, que dica você daria para quem está começando a estudar ou se aperfeiçoando em fotografia (com aquela pitada de dica para URBEX)?[/cinestudio_entrevista][cinestudio_entrevista tipo=”resposta” iniciais=”MD” width=”60″]Explore, arrisque, mas com muita cautela. De preferência, saia sempre com amigos. [/cinestudio_entrevista]

Matheus Dalmazzo
Matheus DalmazzoFotógrafo outdoor
Matheus é daqueles fotógrafos outdoors de verdade, que saem para rua procurando lugares espetaculares para fotografar. É especialista em URBEX, natureza e noturnas!

Confira algumas imagens do Matheus

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